No próximo dia 3 de novembro, eleitores norte-americanos se encaminham às urnas em meio ao cenário político complexo e uma economia sob pressão. Embora indicadores como o baixo desemprego e os recordes nos índices acionários estejam atraindo atenção, a inflação persistente está levando muitos cidadãos a expressar preocupações substanciais.
A atenção das pessoas está centrada na economia devido à alta dos preços, com muitas atribuindo esses aumentos às políticas do presidente Donald Trump. Enquanto o secretário do Tesouro Scott Bessent celebra a situação positiva no mercado de trabalho e nos ganhos do mercado de ações, investigações recentes revelam que indicadores do mood dos consumidores parecem ter deteriorado geralmente desde o início deste mandato.
Por outro lado, os norte-americanos têm suas razões para serem ottimistas. O índice de desemprego permanece em níveis historicamente baixos e a taxa média de aumento salarial é alta. No entanto, esses indicadores positivos são equilibrados pelo aumento significativo da inflação.
Além disso, um grande impulso econômico deve-se aos ganhos do mercado de ações impulsionado pela inteligência artificial e por investimentos empresariais. O Departamento de Estatísticas do Trabalho registrou uma taxa anualizada de crescimento econômico de 3,4% no último trimestre.
No entanto, é preciso ter cuidado com a sustentabilidade desse boom. Economistas alertam para a possível fragilidade econômica. O aumento desses preços tem levado os consumidores norte-americanos a uma crise de confiança e a crescente dificuldade de enxergar seus salários corrigindo o poder de compra da inflação.
O aumento das remessas de hipotecas com taxas superiores a 7% tem prejudicado consideravelmente as capacidades de possuir lar, contribuindo para ainda mais tensões econômicas. O Federal Reserve espera corrigir essa situação elevando ainda um pouco mais suas taxas básicas nos próximos meses.
As próximas eleições não apenas definirão o controle do Congresso; terão uma grande influência na trajetória do país econômica. Com a inflação persistente e a preocupação com os empregos, o clima é definitivamente de descontentamento.
Fonte: Internacional e Geopolitica
